"Quando acreditamos apaixonadamente em algo que ainda não existe, nós o criamos. O inexistente é o que não desejamos o suficiente." Franz Kafka.

Raffaele Casuccio se destaca pela versatilidade da própria arte, atuando há mais de 20 anos em Cinema, TV e Teatro como diretor de movimento, preparador corporal, coreógrafo e ator. Como coreógrafo e dançarino internacional, foi solista pelos mais
importantes programas da televisão Italiana como o «Festival de Sanremo», «Ciao Darwin» e protagonizou os videoclipes: «Push the botton» (Sugababes, Londres) e «Look on the floor» (Bananarama, London). Dançou em turnê com artistas como: Pavarotti, Halliwell, Michael Bolton, Jamelia, Holly Valance,
Laura Pausini, Renato Zero, Elisa e Claudio Baglioni. Foi diretor artístico do núcleo do cabaré na novela «Tempo de Amar» da emissora Rede Globo ao lado de Jaime Monjardim e Tereza Lampreia. Na mesma emissora foi preparador corporal e diretor de movimento de elenco da série «Desalma»; «Se Eu Fechar Os Olhos Agora»; coreografo e diretor de
movimento nas novelas «Rock Story» e,»Pega Pega» e «Pantanal», 2022.
Assinou direção de movimento e Dir. nas peças «Amores Flácidos» dir Marcela Rodrigues «Closer» (Itália); «Natale In Casa Cupiello» (Itália), e no teatro brasileiro nos espetáculos «Febril», de Pedro Emanuel e «Bolo de Carne» de luri Krucshewsky, Rio de Janeiro. Atuou no cinema, no longa-metragem: Pelé, the Birth of a Legend (personagem Skoguld, dir. brothers Zimalist); SOS – Mulheres ao Mar (dir. Chris D’Amato); O Herdeiro (dir. Roberto Santucci, Rj); É Fada (dir. Cris D’Amado e Daniel Filho).
Nas séries: Vidas Bandidas (Disney+, pers. Marcos), O Negocio (temporadas 3 e 4 – HBO, pers. Giancarlo Tardelli); Destino Rio de Janeiro (HBO brasil, personagem Salvatore, Rj), e Perdidos, (pers. colecionador de calcinhas,
Canal Brasil).
Em novelas na TV Globo: «Nos Tempos do Imperador» (pers. Nino Sorrento); Terra e Paixão (pers. Francesco); Segundo Sol (Alexis); Tempo de Amar (pers. Francois), (Alto Astral pers. Carlos), Flor do Caribe (pers. Marcello), Sangue Bom, O Rebú, Geração Brasil.
No teatro brasileiro como o Principe Myshkin, em Febril (texto O Idiota de F. Dostoiévski, direção Pedro Emanuel).